Como Tratar a Depressão Com a Neurologia?

Gerada por evidente desequilíbrio no funcionamento cerebral, a depressão desativa a capacidade de perceber e sentir prazer, instala uma tristeza pouco direcionada e sem fim, limita o poder de reação, perturba o andamento hormonal, distorce funções basais como sono, alimentação, nubla versões otimistas de futuro e compromete a performance do indivíduo, da unidade familiar e de toda a sociedade. Mas será que pode tratar a depressão com a neurologia?

A Neurologia é a especialidade que se dedica ao diagnóstico e tratamento das doenças que afetam o sistema nervoso (cérebro, tronco encefálico, cerebelo, medula espinhal e nervos) e os componentes da  junção neuromuscular (nervo e músculos). Assim, ao tratar a depressão com a neurologia, o paciente fica ciente da sua atuação.

Não adianta falar para alguém depressivo como sua vida é, como tem gente em situação pior ou etc. A inércia emocional limita a percepção e a reação ao prazer.

Como tratar a depressão com a neurologia?

As doenças mais comuns tratadas pelo neurologista são:

  •     Cefaleias ou dores de cabeça
  •    Distúrbios do sono (insônia, excesso de sono, sono não restaurador, ronco, apneia do sono)
  •     Doenças cérebro-vasculares (AVC) ou “derrames”
  •     Distúrbios do movimento (como tremores, tics e doença de Parkinson)
  •     Demências (como doença de Alzheimer)
  •     Doenças desmielinizantes (como a Esclerose Múltipla)
  •     Neuropatias periféricas (como a diabética)
  •     Doenças musculares e de junção (como a Miastenia Gravis)
  •     Desmaios, crises convulsivas e epilepsias
  •     Tonturas e vertigens
  •     Infecções do sistema nervoso (como meningites e encefalites)
  •     Tumores
  •     Doenças degenerativas
  •     Déficit de atenção e hiperatividade

 A neurologia tem interface com a psiquiatria e pode tratar de casos de depressão, ansiedade, irritabilidade, pânico, etc.

Assim, d ponto de vista da competência profissional, qualquer profissional médico está pronto para fechar um diagnóstico clínico, seja ele depressao, ansiedade, diabetes, hipertensão ou qualquer outra doença.

O  diagnóstico não está restrita à especialidade. Ou seja, assim como um médico psiquiatra pode dar um diagnóstico clínico como diabetes ou hipotireoidismo, o neurologia pode dar contribuição no tratamento.

Ou seja, o vale é o comportamento ético do profissional e a responsabilidade de atuar com objetividade e compromisso a fim de melhor do tratamento.

Ou seja, quando o neurologista indentifica os sinais de tristeza tem motivo, proporção, direcionamento e tempo para acabar, tristeza é sinal de saúde, inteligência, amadurecimento e aprendizado ele percebe o conjunto que leva a depressão, aliada a alterações emocionais, cognitivas, comportamentais, sem prazo de duração, de intensidade variável e desproporcional aos aspectos ambientais vigentes.

Por isso, se o profissional se sentir apto e também estiver recebendo incentivo do paciente, pode sim vir a tratar a depressão em parceria com outros médicos que possa vir a melhorar a qualidade de vida do paciente.

Por meio de remédios, ao tratar a depressão com a neurologia, o paciente pode ser diagnosticado com outros sintomas e até mesmo receber um atendimento adequado